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Apresentação Release Resumido Release Completo
 
O nome AMADEUS é uma homenagem ao Mozart. O estilo? Não é erudito puramente, mas também não é essencialmente popular. São os dois ao mesmo tempo. O diferencial começa pela formação do grupo. A base é a harpista e cantora lírica, Marcelle Chagas, e o violonista e cantor popular, Fábio Lopes. O terceiro integrante é sempre um músico convidado e dependendo da formatação do show, pode ser um violinista, um flautista, um guitarrista, ou até mesmo um percussionista. 
 
Marcelle é bacharel em canto lírico e harpa pela UFMG; Fábio é cantor, compositor, produtor, guitarrista e violonista.
 
O grupo surgiu, a princípio, com a proposta de tocar músicas eruditas com uma formatação mais popular, através da redução dos arranjos tradicionais de orquestra para basicamente violão, guitarra e vozes. Rapidamente, passaram a tocar também suas próprias composições, que também não deixaram de revelar sua ambígua influência dos estilos erudito e popular. Marcelle adquiriu uma personalidade de voz inconfundível que já não é lírico plenamente e que se aproxima ao estilo dos musicais da Broadway. Fábio possui um canto leve e suave que se funde à voz da Marcelle em seus arranjos de segunda voz ou duetos, em contraste com o canto arranhado do rock de outrora. A harpa é outro elemento que trouxe ainda mais identidade ao trabalho do grupo, devido à sua fascinante sonoridade e raridade. Existem pouquíssimos harpistas no Brasil.
 
Na maioria das vezes, o Amadeus se apresenta em formação de trio em que o terceiro instrumentista é um músico convidado. Até 2008, o terceiro integrante era o guitarrista Rafael Cheib que participou da gravação dos dois primeiros Cds do grupo (“Amadeus” e “Sobre todas as coisas”). Os dois álbuns possuem releituras popularizadas de obras de compositores eruditos consagrados como Mozart, Verdi, Bach e Bizet, ao lado de composições suas e de parceiros.
 
Em seus shows, além de suas próprias músicas, apresentam composições eruditas de compositores consagrados como Mozart , Bizet e Verdi, músicas brasileiras de compositores como Tom Jobim e Chico Buarque, além de outras que combinam com o som angelical da harpa e da voz de Marcelle, como trechos dos musicais “O Fantasma da Ópera”, “Cats”, “O Mágico de Oz” entre outros estilos.
 
Origens
 
A identificação entre os integrantes do Amadeus não estava somente na música, mas também nos números. Fábio e Marcelle se conheceram na faculdade de Física da UFMG. A certa altura do curso, Marcelle decidiu se dedicar exclusivamente à música e deixou a Física para ingressar na faculdade de canto lírico pela UFMG. Certa vez, ela estava ensaiando para cantar em uma ópera montada pela Escola de Música e precisava que alguém a acompanhasse tocando os arranjos da orquestra durante os ensaios. Normalmente, um pianista faz esse acompanhamento. Não tendo um pianista à sua disposição naquela ocasião, ela pediu para que o Fábio a acompanhasse ao violão. Mesmo sem muita experiência com a música puramente erudita, Fábio tentou acompanhá-la à sua maneira. A ópera era “A Flauta Mágica” de W.A.Mozart, e nascia assim o AMADEUS.
 
A primeira música que ensaiaram foi a ária “Papageno, Papagena”, primeira música do primeiro CD do grupo, uma clara homenagem a Mozart.
 
Fábio concluiu seu bacharelado em Física, mas durante o mestrado em “Informação Quantica”, o trio Amadeus passava a ter cada vez mais compromissos, então ele decidiu também abandonar o mestrado para se dedicar ao AMADEUS com exclusividade.
 
Marcelle iniciou os seus estudos de música aos 5 anos de idade, iniciando com piano e participando de corais . Posteriormente, começou a estudar harpa e desde então vem se dedicando plenamente à essa atividade.
 
Fábio iniciou os estudos com violão popular aos 8 anos de idade. Dos 14 aos 20 anos foi líder e vocalista de uma banda de rock que tocava suas próprias composições. Estudou também violão clássico e hoje, ao lado de Marcelle, comanda o AMADEUS.
 
Discografia
 
O Trio Amadeus tem dois Cds gravados. 
 
O primeiro CD do grupo (“Amadeus”) foi lançado no final de 2004. Possui seis composições inéditas de autoria do grupo e parceiros, destacando as faixas “Rainha”, “Aurora” e “Sento nell c’ore”, baseada em um texto medieval italiano, além de quatro composições eruditas: “Papageno, Papagena” da ópera A Flauta Mágica de W.A. Mozart, “Habanera” da ópera Carmen  de G.Bizet, “Ária da quarta corda” de J. Bach e “Hodie nobis” do colonial mineiro, composição de João de Deus de Castro Lobo. Todas as músicas foram gravadas em formação de violão, guitarra e vozes somente. É um CD mais intimista e muito suave.
 
O segundo CD (“Sobre todas as coisas”) foi lançado no primeiro semestre de 2008. Nesse álbum, a harpa foi definitivamente trazida para composição do grupo. Além disso, fizeram experimentações com formações maiores, arranjos para orquestra e samplers. Em seu repertório, destacam as belíssimas composições de Marcelle e Fábio “Per te” e “Love’s seeds” em contraste com a ritmada “Menino”. Como também não poderiam faltar, o disco apresenta ainda as famosas “Ária da Rainha da Noite” da ópera A Flauta Mágica e “La ci darem la mano” da ópera Don Giovanni de W.A.Mozart, “Libiam” da ópera La Traviatta de J. Verdi, “Seguidilla” da ópera Carmen de Bizet e “Una voce poco fa” da ópera O Barbeiro de Sevilha de J.Rossini, claro que todas com a leitura própria do AMADEUS.
                                

  “Amadeus” 

“Sobre todas as coisas” 
 
 
Carreira
 

Carreira

 

Em 9 anos de carreira, o Trio Amadeus já se apresentou em diversas ocasiões, no Brasil e na Europa, e participou de eventos de grande relevância cultural , como as edições do Festival Internacional de Harpas do Rio de Janeiro (RioHarpFestival), onde em todos os anos tem sido o único representante de Minas Gerais, e das 8ª e 9ª edições do Projeto Música no Museu. Realizaram a abertura do IX Festival Internacional de Coros, ocasião na qual receberam Moção de Aplausos da Câmara Municipal de Conselheiro Lafaiete – MG. Inauguração da ONG francesa France Libertés Brasil com a presença da ex-primeira dama francesa Danielle Miterrand; recepção do Príncipe do Japão, Nahurito, em sua visita ao Brasil, no Palácio da Liberdade, além de várias solenidades oficiais com a presença de várias autoridades como o ex-vice-presidente da República José Alencar, o Senador Aécio Neves e o governador Antônio Anastasia. Na Mostra de Talentos da UFMG receberam Menção Honrosa. Foram a atração no Rio de Janeiro na comemoração dos 100 anos da Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, responsável pelo Bondinho do Morro da Urca. 

 

Em Portugal, apresentaram-se no Cassino Estoril, o maior da Europa, e em Paris e Praga, conquistaram uma aceitação excepcional do público local.

Além disso, já realizaram shows para grandes empresas e instituições,como Fiat, Usiminas, Belgo Arcelor Mittal, Gerdau, Thyssenkrup, Minas Tênis Clube, Amagis, Rotary Club, Lyons Club, Asmare, CEMIG, Fundação Newton Paiva, Ciências Médicas, Grupo Sim, TOTVS, Rede Pitágoras, Unimaster, Alert, Construtora Caparaó, CDL-MG, Centro Mineiro de Referência em Resíduo, Hospital Materdei, Museu Inimá de Paula,  Polo-BH, Governo do Estado de Minas Gerais, Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais, TJMG, Assembléia Legislativa, XV Grande Concerto de Natal de Teófilo Otoni, Abertura VI Congresso Nacional de Educadores de Santo Antonio de Jesus - BA, Solenidade de homenagem aos 50 anos do PIC, Feira da economia solidária, Congresso de Geriatria, Sinmed,  Solenidade da Posse do Presidente do TJMG de 2012, Prefeitura e Câmara Municipal de Belo Horizonte, Conselheiro Lafaiete, Raposos, Sabará, Igarapé, Pará de Minas, Divinópolis, Nova Lima, Ipatinga, Ouro Branco, Barbacena, São João del Rey, Juiz de Fora, Congonhas ; Fortaleza no Ceará, Trancoso, na Bahia, Dourados- MS. Também participaram de concertos à frente de grandes orquestras, em diversas casas de shows e teatros, além de eventos particulares.

 

Na TV, surgiram como matéria no Jornal da Globo, Jornal Hoje, MG-TV e Globo Horizonte da Rede Globo. Fizeram participações nos programas Brasil das Gerais, Palco Brasil, Agenda e Jornal da Cultura da Rede Minas (TV Cultura). Também nos programa Viação Cipó da TV Alterosa (SBT), Sala de Cultura da TVC, ShowVip e nas emissoras TV Assembléia, TV Horizonte, Puc TV, TV Lafaiete, TV UFMG, Programa Arte no Ar, Questões de fé.